Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

Uma teoria

No principio desta semana comecei a ler um livro, de um escritor que eu admiro imenso - Liev Tolstoi - este livro fala sobre os amores de uma rapariga e seu marido e o marido dela tem a mesma teoria que eu: nunca deviamos dizer a uma pessoa que a amamos porque caso seja errado estamo-nos a enganar a nós próprios e, pior ainda, estamos a enganar a outra pessoa. O melhor será mesmo não dizê-lo até haver certezas palpaveis. E agora perguntam-se como é que nós sabemos se a outra pessoa gosta mesmo ou não de nós, há-de a ver sinais. Hão-de existir sinais de que há amor, pela experessão da cara e dos olhos quando nos olha para nós, pelos seus gestos, pelo comportamento, hão-de existir sinais.

Meus amigos, o que interessa mesmo é viver esta vida miseravelmente curta, não a desperdicem, sim?

3 comentários:

  1. Á merda Deus Pinha!!!!!!

    Por acaso nao tens livros de Liev Tolstoi?
    Gostava de ver mais.

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  2. meu bem, vou dizer o que me disseram ainda à bem pouco tempo.

    O que importa é a intensidade das coisas, dos momentos.

    vive tudo a 100%
    nao desperdices oportunidades
    mesmo que mais tarde te pareçam erradas
    se acho que gosto de alguem vou dize-lo, e se essa pessoa nao gostar de mim entao paciencia, foi da maneira que acabei com essas incertezas mais depressa.

    Se me apetecer beijar alguem, vou faze-lo, se existirem sinais claro. Mas o que importa é aproveitar tudo, e nao ficar o resto da vida a pensar no que podiamos ter feito e nao fizemos.

    nao há desilusão suficientemente grande que apague os bons momentos.

    Sabes o que eu pensei o verao passado?
    ok acabou, mas foi optimo e ainda bem que aconteceu.

    e tudo é um bocado assim na vida. Nao deixes de viver as coisas por medos parvos.

    adoro-te senhor (:

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